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    <autor>5</autor>
    <nome>Deus existe e funciona!</nome>
    <nome_facil>deus existe e funciona</nome_facil>
    <criacao>2010-01-21 17:36:29</criacao>
    <alteracao>2010-01-21 18:12:27</alteracao>
    <texto>Em 1999 eu era um agnóstico tendente a ateu convicto, até que comecei a receber testemunhos de conversão de amigos meus que eram ateus convictos. &quot;O que aconteceu com eles?&quot;, eu me perguntava. Alguns deles eu achava que nunca ia ver acreditando em Deus. Eles me contavam que oravam e estavam sendo atendidos por Deus, que coisas &quot;estranhas demais&quot; estavam acontecendo em suas vidas após orarem. Nada sobrenatural, mas coisas do tipo coincidências estatisticamente improváveis, mas frequentes, e que atendiam às suas orações.

Eu achava que poderia ser placebo ou até mesmo o poder da mente, até que eu resolvi fazer a experiência. Em 3/11/99, meu primeiro dia de trabalho em um prédio longe do centro de Campinas, precisaria sair do prédio e, em meia hora, estar no dentista, no centro da cidade. Esperar o ônibus não me permitiria isso. Então fiz uma oração humilde. Eu queria, na verdade, testar o poder da mente, mas naquele momento eu me dirigi a Deus. Expliquei-lhe o problema e pedi-lhe uma solução. E saí do prédio. Achei que ia acontecer alguma coisa, pois com meus amigos acontecia. Cheguei à portaria, sem saber o que fazer, e eis que me pára um carro, dirigido por um colega de faculdade que eu não sabia que trabalhava lá, e me ofereceu carona. Sem saber se ia para o mesmo canto da cidade, aceitei. No fim, ele morava num bairro próximo do meu destino e me deixou na rua do dentista. Caminhei a pé uns 2km e ainda precisei esperar para ser atendido. É difícil explicar aqui, mas aquilo, para mim, foi incrível!

Fiz mais experiências. Quando eu orava a Deus, era atendido. Quando me dirigia ao &quot;poder da mente&quot;, não era.

E não podia ser mesmo o poder da minha mente, pois dependia de coisas que não estavam ao alcance da minha mente. No caso da carona, por exemplo, havia o colega que eu não sabia que trabalhava lá, eu não sabia que ele tinha carro, eu não sabia onde ele morava; menos ainda a minha mente poderia providenciar o encontro na hora e lugar exatos.

Eu pensei em inventar uma explicação científica quântica complexa, mas por que complicar, se me era tão mais simples aceitar Deus?... E aceitei, e o modo como via o mundo mudou muito. E vivi coisas muito melhores depois disso.

Vi que Deus não só existe, como também &quot;funciona&quot;: ele interefere no mundo para intervir em resposta às nossas orações. &quot;Tudo o que com fé perdirdes em oração, recebereis&quot; (Mt 21,22). 

Estas são experiências pessoais. Para mim (somente para mim) soam como científicas, pois posso repeti-las e ver as consequências de variar os parâmetros da oração. &quot;Coincidências estatisticamente improváveis&quot; foi um modo &quot;científico&quot; de me conquistar. Hoje não posso duvidar de Sua existência; seria negar a mim mesmo, ao que já vivi e à Ciência em que acredito.

Na época eu tinha muitas dúvidas, argumentos contra Deus, etc. Muitas dúvidas foram resolvidas; outras simplesmente perderam a importância. Não existe argumento contra a experiência vivida. (Não adianta tentar provar que não existem morangos azuis a alguém que viu um morango azul.)

Se você ainda não conhece a Deus, talvez um dia você o encontre. Não o &quot;deus castigador e mau&quot; que pintam por aí, não um deus-placebo, imaginação coletiva da mente humana. Mas um Deus que saberá te conquistar do jeito que você é, com as crenças que você tem, e de um jeito que você não vai querer negar. E quando isso acontecer, todo o resto perderá a importância. ;-)
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