<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?>
<elementos_gw>
  <documento>
    <id>3392</id>
    <autor>5</autor>
    <nome>Alguns ensinamentos de Quem Ama Educa</nome>
    <nome_facil>alguns ensinamentos de quem ama educa</nome_facil>
    <criacao>2014-03-29 23:49:32</criacao>
    <alteracao>2014-03-30 00:37:03</alteracao>
    <texto>Esta é uma breve seleção do que achei mais útil para mim (para a idade em que meu filho está) no livro &quot;Quem Ama, Educa!&quot;, de Içami Tiba.

É um ótimo livro, mas achei as informações meio espalhadas. Eu esperava uma tabela prática do tipo: &quot;Situação - Como agir - Por quê&quot;. Assim eu saberia como educar meu filho em cada situação.

Eis os conselhos que selecionei (resumidos):
- Jogos violentos (filmes violentos, brincadeiras estúpidas etc.) é um tema controverso; a sugestão é adiar o contato da criança com essas coisas o máximo possível, e sempre orientá-la a separar bem a ficção/brincadeira da realidade.
- Usar consequências no lugar de castigos. Ex.: se a criança comeu porcaria antes da refeição, faça com que se sente à mesa mesmo sem fome, mesmo que não coma nada, para a reunião familiar da refeição. Depois, o que não for comido será recolhido, sem chances para depois (a não ser que lave o que sujar).
- Deixe para a criança fazer tudo o que ela puder. Só ajude no que ela não puder. Ex.: arrumar e transportar a mochila, guardar os brinquedos, lição de casa, etc. Os pais podem orientar e ensinar, mas não fazer por eles.
- Ensinar a zelar pelo que é seu: os brinquedos que não forem guardados no tempo determinado terão um destino especial. O autor sugere doar os brinquedos não guardados a crianças necessitadas, com a presença do filho, para que ele entenda que ele não merece ter o que não cuida bem. Eu sou menos radical, e prefiro deixar o brinquedo fora do alcance da criança por uma semana, com tempo maior em caso de reincidência. (Não é todo lar que pode dispor de um brinquedo que custou caro porque a criança errou uma vez.) E nada de abrir exceções; as decisões educativas devem ser firmes e definitivas, para que a criança aprenda a respeitar sua palavra. No caso do brinquedo fora de alcance, significa não ceder até o prazo estipulado, não importa o que a criança faça ou argumente.
- Pedir pra criança dar uma aula, com as próprias palavras, do que ela estudou (na escola ou em casa), diariamente. Isso faz com que a criança aprenda muito melhor, e com mais motivação. Auxiliar, sim, nas disciplinas com dificuldades, mas sem fazer as tarefas por elas. E nada de estudar em véspera de prova; estudo é compromisso diário.
- Celular é para comunicação com os pais. Se a criança/adolescente não atende às ligações dos pais, não merece o celular.
- Quando houver birra, na 1ª tentativa de birra, o pai deve agachar, segurá-la firmemente pelos braços, olhar nos olhos, dizer baixinho e seriamente que não pode fazer birra, levantar e sair do local, decididamente. O autor sugere balançar a criança pra frente e pra trás, de leve, mas eu não acho necessário para meu filho.
- Quando a criança der tapa nos outros (às vezes achando que está agradando), segure-a com firmeza pelos pulsos, olhe nos olhos, diga que não pode fazer isso e ensine-a a fazer carinho e cafuné.</texto>
    <publico>1</publico>
    <original>0</original>
    <anterior>0</anterior>
    <versao>0</versao>
    <traducao>0</traducao>
    <propriedade>
      <nome>categ</nome>
      <valor>opinião</valor>
      <publico>1</publico>
    </propriedade>
    <propriedade>
      <nome>categ</nome>
      <valor>list</valor>
      <publico>1</publico>
    </propriedade>
  </documento>
</elementos_gw>
