Primeiro sonho maluco de 2010
2012-06-28 18:02:25
2010-01-06 08:55:14
Autor: Sony Santos
http://gigawiki.com/sony/primeiro-sonho-maluco-de-2010
Permalink: http://gigawiki.com/660
categ = sonhos, sonhos malucos; idade recomendada = 14
Estávamos num grande prédio ou num navio, pois as escadas eram luxuosas como num navio de cruzeiro. Eu estava fazendo apresentação de alguma arte; acho que dança ou teatro, junto com um grupo.

Num momento eu estava subindo uma escada quando uma das atrizes desceu. Quando eu cheguei lá em cima e ela chegou lá embaixo, perto de onde estava minha mãe, ela (a atriz) deu duas cambalhotas. Como ela estava de vestido, embora fosse um vestido longo, senti-me meio constrangido, mas ela não estava nem aí.

Nesse sonho teve muito ônibus. Havia duas linhas de ônibus, uma branca e outra amarela (cor dos ônibus). A branca ia mais direto do bairro ao centro, e a amarela ia por outro caminho e demorava mais. Mas havia bem mais ônibus amarelos. Tivemos que pegá-los (os brancos e os amarelos), algumas vezes, para ir de casa ao centro comercial do navio e vice-versa. Houve momentos em que a noite avançava e ficávamos com medo de perder o último ônibus.

No centro comercial do navio havia uma feira, onde aprendíamos pintura com uns turcos. Havia um grupo muito grande de turcos.

Os turcos nos convidaram e queriam nos convencer a fazer uma outra viagem, acho que para a Turquia. Parece que ia haver algum festival de dança, e eles estavam nos ensinando a dançar, também.

Fizemos uma reforma no banheiro de casa e tínhamos que levar conosco o mapa do encanamento, para o caso de, se a polícia nos parasse para questionar o material de construção, o nosso mapa desenhado à mão servisse de explicação, autorização para o transporte. Nesse momento estávamos com um carro preto. Na ida até o centro, levei meu mapa, mas na volta, com o material no porta-malas (isso incluía o vaso sanitário com caixa d'água e os canos), eu não estava com ele, e a polícia de fato nos parou. Mas meu amigo, que dirigia o carro, tinha um mapa mais rascunhado que o meu, em que tudo ficava na mesma parede (para não precisar desenhar o cano dando a volta), mas tinha tudo (pia, chuveiro, caixa d'água e vaso sanitário), então foi suficiente para a polícia nos liberar.

É claro que fizemos a compra do material de construção no centro comercial do navio.

Aliás, eu fiquei pensando o que deu na minha cabeça de fazer uma reforma no banheiro e não substituir a caixa do vaso pela válvula na parede, que acho muito melhor e sempre quis ter, desde que me casei.

Depois eu e minha esposa Elaine estávamos conversando com um amigo, no que parecia ser a casa da minha mãe, mas era a república onde esse amigo morava. Era um amigo (genérico) da Unicamp. Havia outras pessoas lá na república. Esse amigo estava falando sobre um quadro que havia numa porta lá da república: um quadro grande, azul, com um vidro sobre a pintura, e tinta marrom abundante nas laterais sobre o vidro, como parte da mesma arte. Era um exemplo de pintura turca, assim como havia dança turca, no cruzeiro que ele fez pela Íbero. Depois esse amigo saiu e eu perguntei para o outro que estava lá: "Como é mesmo o nome dele?" "Plankton Selekton", respondeu, e então me lembrei: "Ah, é mesmo."

Pensei: "Se eu conhecesse o Bob Esponja antes de conhecer o Plankton, teria zoado com ele, mas no caminho inverso nem lembrei que tinha um amigo com esse nome."

Quando me aproximei do quadro turco, encontrei Maria Márcia e sua filha; parece que elas estavam tristes. (Obs.: na vida real, a Maria Márcia não tem filhas, até onde sei.)

Agora vem a melhor parte.

Saindo de lá, já de noite, eu e Elaine estávamos descendo a rua, abraçadinhos, e eu vi uma estrela se movendo no céu, como há muito eu não via. Ela me chamou a atenção, porque parecia que ia se "chocar", ou melhor, se alinhar, com outra estrela, e, e fato, se cruzaram, mas parece que a estrela que estava por trás deu uma piscada.

A Elaine queria continuar descendo, mas eu tive que para continuar olhando aquela estrela. "Aquela estrela é grande", argumentei. E ela de repente cresceu mais e brilhou, mostrando fazer parte de uma estrutura maior. "E brilhante, também!"

Essa estrutura maior parecia uma nave alienígena. (Não, não vou identificar aquele objeto como um OVNI.) E não era só uma! Eram várias! Elas começaram a ficar visíveis, próximas, grandes, tinham cor marrom e se pareciam com chapéus e bonés. Ao que parecia estavam prestes a pousar em um bairro vizinho.

Logo era dia e os ETs estavam por toda a parte. Eles não falavam, mas faziam coreografias muito legais. Eram ETs de todas as "ETnias": brancos, orientais, africanos. Estavam nas ruas dançando levemente. "Acho que a gravidade em seu planeta natal é maior, e aqui eles se sentem mais leves", comentei com a Elaine. Danças sincronizadas, muito bem ensaiadas. Vieram fazer um show pra gente e nos convidar para participar da grande festa da vida, da "confraternização universal".

As ETs orientais eram meio gordinhas, estavam de vestido até o joelho e acho que, no estudo de nossos costumes e vestimentas, não descobriram que usamos roupa de baixo. De fato, nas coreografias em que levantavam as pernas, elas estavam sem calcinha. Mas era como ver índios pelados; não havia malícia; é a tradição deles - tentando copiar a nossa. E nessa parte elas eram... diferentes. Esquisitas. Em umas aquilo parecia muito grande e horizontal, e, em outras, parecia que nem havia orifício algum.

O ET animador da festa me convidou para ensiná-los a dançar! Me perguntou como era aquela dança que eu estava fazendo no navio, que ele gostou (ahá! então eles estavam lá nos espionando!). No navio eu dancei segurando o microfone porque também estava cantando, então dancei igual, como se segurasse um microfone. Depois pensei: "Sem o microfone a dança é muito mais livre." E comecei a dançar com as mãos livres. Não era nada sofisticado; apenas uns passos que vão para frente e para trás mexendo o corpo e as mãos. Mas eles adoraram!

No fim, eu ia comprar ficha de metrô em uma máquina automática, que carregava uma ficha que parecia uma moeda de plástico com os créditos que eu punha com meu cartão de crédito que parecia o cartão do cruzeiro da MSC.

Possíveis fontes de inspiração:
- sonho recente do meu amigo Alexandre;
- cruzeiro MSC que fiz recentemente;
- propaganda do cara que perde o cartão num cruzeiro;
- vídeo de fogos de artifício da virada de 2010;
- estudos para reforma do banheiro de casa.
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