Guia para decisões rápidas
2011-07-20 20:26:54
2009-03-18 12:26:25
Autor: Sony Santos
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categ = dicas, list, pessoal
Não há situação em que lhe seja permitido pecar. Faça de tudo o que estiver ao seu alcance para não pecar. E evite pecar por obediência a Deus, e não por medo. O não pecar deve ser uma atitude ativa, e não passiva; deve ser espontâneo, voluntário, e não forçado.
- Pule na frente e aproveite as oportunidades!
- Faça o que tem que ser feito! Depois você acerta as contas.
- Assuma a Verdade de seu coração.
- Arrisque! Confie em Deus e faça; sem riscos não há evolução.
- Respire.
- Faça o que você quer e, se não puder, ao menos não faça o que você não quer.
- Decida como adulto, com maturidade e seriedade, e não como uma criança desorientada perdida em dilemas sensacionalistas. Em outras palavras, creia nisto: "Eu posso tomar essa decisão com calma e sabedoria, e sei que vou acertar".
- Seja íntimo com Deus, e Ele lhe ditará o caminho. (Mas obedeça-O!)
- O que Jesus faria? 
- Faça a vida valer a pena. Viva! Decida fazer mais. Passe mais tempo com as pessoas. Saia da rotina!
- Seja confiante! Encare tudo positivamente! Atraia coisas positivas. Anime o ambiente! Faça a diferença!
- Diga: "isso não é um problema!". Confie em Deus! Exercite a fé!
- Se for para alegrar/ajudar o próximo, faça (elogio, cumprimento, carinho, sorriso, carona, esmola, etc.).
- Se envolver dinheiro, economize (>= 10 reais).
- Se envolver polêmica ou pressão, adie. Nunca decida sob pressão.
- Se te traz paz, é de Deus.
- Após decidido, não olhe para trás. Confie, abrace e assuma sua decisão. Ame-a! Acredite que foi a melhor decisão e saiba que não compensa perder tempo com as demais opções. Liberte-se disso; problema resolvido! Você não vai se arrepender! 

Este é um guia que eu fiz para mim mesmo, para enfrentar situações em que tenho que tomar decisões provavelmente acertadas sem pensar muito.

Como eu nunca sei quando vou precisar dele, foi feito para ter poucas regras e ser facilmente memorizável, através de palavras-chave. Começou com 4, mas hoje tem mais de 10 regras, que cobrem situações variadas.

Elas não têm uma ordem específica, exceto pelo fato de que as primeiras tendem a servir para situações mais urgentes (antes de "respirar"). O que faz uma mais importante do que outra é a aplicabilidade à situação, sendo esta imprevisível. Por vezes elas são a mesma regra com outras palavras, de outros pontos de vista. Por exemplo: muitas vezes "a verdade do meu coração" é "o que Jesus faria".

Elas surgiram pelo aprendizado com decisões erradas que tive que tomar em tempo escasso.

Abaixo comento o histórico delas.

Não há situação em que lhe seja permitido pecar: Este é um esforço pessoal na tentativa de evitar pecar, ou, no mínimo, pecar menos. Isso é importante para mim, e precisa ser a primeira regra.
Pule na frente e aproveite as oportunidades! Há situações em que posso tornar o mundo bem melhor com atitudes bem simples a favor do próximo (salvar uma criança que tropeçou na minha frente, pedir para o fotógrafo tirar a foto de um ângulo melhor, etc.), mas é preciso pensar rápido.
Faça o que tem que ser feito! Depois você acerta as contas: Há situações muito urgentes em que algo importante precisa ser feito e não dá tempo de pensar nas consequências.
Assuma a Verdade de seu coração: Minha intuição é altamente confiável. O que ela indicar é o que vai me deixar mais feliz, satisfeito e aliviado. O que meu coração diz pode ser considerado Verdade. Tenho amargos arrependimentos das vezes em que não a assumi. Isto é quase o mesmo que "Faça o que você quer", mas às vezes a Verdade não é algo desejável, ou para o qual faça sentido o verbo querer.
Arrisque! Confie em Deus e faça; sem riscos não há evolução: Esta é uma mensagem que tem sido bastante frequente, vindo de diversas fontes, desde janeiro de 2011. É uma versão de "Por medo de diminuir, deixamos de crescer". É uma recomendação de Deus que sinto ser importante para minha vida, que se encaixa com minhas necessidades e arrependimentos.
Respire. Tenha calma. A situação é urgente, mas dá para pensar um pouco.
Faça o que você quer, e não faça o que você não quer: Vem de arrepedimentos (alguns bem amargos) de vezes em que fiz o que não queria. Não tem nada a ver com egoísmo.
Decida como adulto: Objetiva encarar a decisão positivamente, promovendo segurança e sabedoria, sem me desesperar, perder a calma ou me perder em sentimentalismo barato ou questões pouco importantes.
Seja íntimo com Deus, e Ele lhe ditará o caminho: Deus fala comigo através do pensamento, da intuição e de sinais. Mas obedeça-O! Não adianta consultá-Lo e depois amarelar (já me arrependi pelas consequências disso). Confie nele! Ele é de confiança!
O que Jesus faria? Uma fonte de decisões rápidas e confiáveis, que funciona melhor quanto mais se O conhece.
Faça a vida valer a pena. Vem do arrependimento de deixar de fazer coisas legais por motivos idiotas.
Seja confiante! Vem do arrependimento de deixar de fazer coisas importantes por medos idiotas.
"Isso não é um problema!". Esta é uma Verdade muito interessante. Sempre que eu encarei uma situação dessa forma, não me preocupei (o que é um sinônimo), e o problema, que poderia parecer chato ou enorme, resolveu-se sem qualquer dor-de-cabeça, quase sozinho. É a aplicação prática de "Não diga a Deus que você tem um grande problema; diga ao problema que você tem um grande Deus", da Lei da Atração, e promove o bem-estar consigo mesmo, a paz interior e a aceitação.
Se for para alegrar/ajudar o próximo, faça. Vem do arrependimento da omissão ante a situações em que minha proatividade poderia tornar a vida do próximo (estranhos ou amigos próximos) bem mais alegre ou descomplicada.
Se envolver dinheiro, economize. Vem do arrependimento de gastar com futilidades devido à empolgação do momento; é desvalorizar a Providência Divina! O valor limítrofe varia com a época.
Se envolver polêmica ou pressão, adie. Vem de um amargo arrependimento de uma ocasião em que fiz o que não queria, devido à pressão.
Se te traz paz, é de Deus. Isso eu aprendi na RCC, como ensinamento prático. É um bom sinalizador: imagine-se assumindo uma das opções. Se se sentir incomodado, é a opção errada. Se lhe traz paz, é a decisão correta. Funciona! 
Após decidido, não olhe para trás. Olhar para trás é inútil, desnecessário, gera insegurança, infelicidade e é uma tremenda perda de tempo. É um sobrepeso com algo que já deveria ter sido considerado resolvido. É sabido que quanto mais liberdade (opções), menos felicidade, devido a divagações sobre as opções alternativas, sendo que, na grande maioria das vezes, a opção que é escolhida é realmente melhor que as demais, mesmo quando incompleta ou imperfeita. (Fontes: O Paradoxo da Escolha e Por que somos felizes?)
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